A passo de paraplégico procuro um rumo
Como é fàcil enganar aqueles que sabem tudo
É o mesmo que fazer parte de uma vida sem arte
Entrupecido pelo ar só o reles vira mudo
Eu encontro-me à parte
Só me salva abraçar-te
Telefonia arrasadora
Numa cléopatromania
Era inédito o som
Desta sinfonia
Ainda agora achei que era cedo
Mais valia chamar o enredo
Não tenho sono, não tenho medo
Só me falta amar ...mais um penedo.
Vasco Pompaelo*